Um podcast que revisita a história do Desporto em Guimarães. Através dos testemunhos dos nossos convidados, relembramos o passado para pensar o futuro. Uma parceria da Tempo Livre e do Município de Guimarães.
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Popularmente apelidados de ‘Gémeos Castro’, os irmãos Domingos e Dionísio nasceram em 1963, em Fermentões. De Guimarães para o Sporting Clube de Portugal, o sucesso dos seus percursos no Atletismo atingiu um nível internacional. Com uma infância marcada por várias dificuldades, Domingos e Dionísio afirmam que foi nessa época onde se iniciou o carisma e empenho que mais tarde o mundo veio a conhecer nas várias metas que alcançaram de mãos dadas. Com esta imagem de marca nas suas prestações, os irmãos Castro não se tornaram famosos apenas pelo inédito de ver uma pista com dois atletas gémeos a competir, mas sim pelas inúmeras vitórias. Destacando as conquistas mais relevantes, Domingos fica reconhecido como o “homem do corta-mato” pela soma de consecutivos pódios, onde se inclui o título de Campeão da Europa. Apelando ainda ao seu palmarés, não passa em branco a medalha de ouro alcançada em Moscovo e a de prata em Roma. Com duas participações nos Jogos Olímpicos – Seoul e Barcelona, foi em França que Dionísio registou uma das suas maiores glórias, ao bater o recorde da Europa nos 20 000 metros, marca não ultrapassada até hoje. Anos depois, os gémeos vimaranenses revelam a sua união e cumplicidade no podcast Memória do Futuro, assim como falam das suas emoções à distância de um tempo que deixou marcas indeléveis, inscritas em locais como a Pista de Atletismo Gémeos Castro em Guimarães.
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Mário Miranda nasceu em 1943, em Barcelos, mas mudou-se para Guimarães na década de 60 por motivos profissionais, tendo então iniciado uma história de dedicação ao Ciclismo na cidade que deixou um legado indelével a nível local, nacional e internacional. Com um percurso que inicia como atleta, foi depois treinador da seção de ciclismo da Coelima por mais de uma década, precursor da criação da Associação de Ciclismo do Minho e técnico e dirigente de várias equipas, que defendia serem necessárias para dar força à modalidade. Numa conversa dominada pela sua capacidade de contar histórias, Mário Miranda revela o peso positivo e negativo do desporto na sua vida, relembra nomes e locais, assim como traça o retrato da época em que o Ciclismo começa a ser encarado pelas empresas como uma boa oportunidade de promoção da sua marca.
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No podcast Memória do Futuro, recordamos um momento marcante para a história do Vitória SC com a conquista do 1º título de Campeão Nacional da equipa de Voleibol masculina. Numa época em que a cidade se envolveu por completo com a modalidade, depois de um interregno de alguns anos, o Vitória SC alcançou não só o título nacional, assim como, no mesmo ano, se tornou a primeira equipa em Portugal a participar na Liga dos Campeões. Viajamos neste episódio até à época desportiva 2007/2008, recolhendo os testemunhos do então treinador Marco Queiroga e do Diretor de Secção Aníbal Rocha, revelando como a entrega emocional e profissional resultaram numa história com imagens inesquecíveis para a memória de muitos.
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No podcast Memória do Futuroviajamos pela história centenária do Clube de Caçadoresdas Taipas, que teve o seu início em 1923. Com origem na Caça, história que ainda hojese reflete no seu símbolo, a verdade é que rapidamente este clube foi conduzido à boleiada modalidade que a muitos despertava paixão–o Futebol. Desde a década de 30 focou asua atenção nesta modalidade, destacando-se com a conquista de taças nascompetições da A.F. Braga e os títulos de campeão da 3ª Divisão Nacional e da Divisão deHonra, 1ª e 2ª Divisão da A.F.B. Para além das vitórias, o C.C Taipas é ainda reconhecidopor ter sido o‘pontapé de saída’de alguns jogadores com provas dadas a nível nacional einternacional. Dos momentos mais gloriosos aos mais conturbados, da importância queum clube pode assumirnuma época em que a comunidade esteve distante dos centrosmais modernos, ou simplesmente para revelar a motivação da resiliência característicadeste clube, João Rodrigues e João Ribeiro marcam presença neste episódio do podcastMemória do Futuro.
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Manuel Mendes nasceu em 1971, em Guimarães, sendo um dos atletas portugueses que mais se distinguiu no desporto adaptado. Com oito anos de carreira, Manuel conduziu a resiliência conquistada ao longo de uma vida com momentos adversos até às pistas de Atletismo. No seu histórico, destacam-se os lugares alcançados nos pódios de Londres e Rio de Janeiro, mas também as medalhas de ouro nacionais e a participação nos Jogos Paralímpicos. No podcast Memória do Futuro, este vitorioso vimaranense conta como foi possível abraçar o mundo do desporto com 44 anos de idade, mas também revela os detalhes dos bons e maus momentos que fazem parte da sua história.
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João Sousa nasceu em 1989, em Guimarães. Condição, que aliada aos vários triunfos enquanto atleta profissional de ténis, o levou a ser popularmente apelidado de ‘Conquistador’. Com 19 anos de carreira, o tenista português que atingiu o lugar mais alto do ranking internacional, conta ainda com quatro títulos, oito finais e alguns destaques exclusivos como o primeiro a jogar na ATP World Tour ou a conquistar um lugar no top 50 de singulares. Dos seus famosos gestos entusiásticos em campo, às lições acumuladas de quem sai de casa com apenas 15 anos para viver em outro país, ou até mesmo aos sacrifícios que não são narrados nos textos das muitas notícias por onde o seu nome passou, João está de volta à terra onde tudo começou e marca presença no podcast Memória do Futuro.
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Rui Bragança nasceu em 1991, em Guimarães. Da ‘cidade berço’ para o mundo, foi através da sua entrega à modalidade de Taekwondo que deixou o seu nome destacado em vários pódios de competições internacionais. Com 20 anos de carreira, este vimaranense desafiou os obstáculos de praticar uma modalidade pouco reconhecida pelo público em geral, anunciando agora o fim de uma carreira como atleta de alta competição. No seu legado, destacam-se 5 medalhas de ouro, 4 de prata, 1 de bronze, a participação nos Jogos Olímpicos e a liderança do Ranking Mundial em 2014. No podcast Memória do Futuro, Rui Bragança revela de que modo o desporto influenciou o seu carácter pragmático, assim como foi possível superar as dificuldades que se cruzaram no caminho de um atleta que também se tornou médico.
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No podcast Memória do Futuro, contamos a história que liga o Círculo de Arte e Recreio à introdução de diversas modalidades desportivas amadoras na cidade de Guimarães. Sendo atualmente reconhecido pela sua dimensão cultural, a verdade é que o C.A.R. guarda muitas memórias que demonstram a importância que uma ‘coletividade’ assumia numa sociedade que não conhecia a liberdade. No desporto, a sua narrativa começa na década de 60, quando o famoso ‘Grupo dos 21’ decide trocar o tempo livre passado no Café Milenário pela atividade física no Campo da Amorosa. Local que se viria a tornar num verdadeiro palco de experimentações, nas quais o C.A.R. assumiu um papel preponderante. Inegável responsabilidade pela afirmação do Voleibol e Andebol em Guimarães, a verdade é que o C.A.R. promoveu, ainda, o Ténis de Mesa, o Xadrez e tantas outras atividades que são narradas neste episódio do podcast Memória do Futuro, pela voz de Bernardino Pina e Fernando Capela Miguel.
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No podcast Memória do Futuro, recordamos a história que introduziu a modalidade de Polo Aquático na cidade de Guimarães. Sendo atualmente uma das modalidades que mais notoriedade confere ao desporto em Guimarães, por força dos títulos nacionais conquistados nos últimos anos, a verdade é que a sua afirmação conta com muitos momentos oscilantes. Fundamentais para contornar a incerteza e encaminhar a modalidade para o que hoje se tornou, a conversa com Pedro Coelho Lima e António Pedro Magalhães foi fundamental para compreender a ousadia de orientar decisões e encontrar apoios financeiros que permitem o sucesso atual.
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No podcast Memória do Futuro, recordamos a história da criação da primeira equipa de râguebi oficial na nossa cidade, o GRUFC – Guimarães Rugby Union Football Club. Uma história que começa a ser contada em 2007, num simples treino de captação feito na Pista de Atletismo Gémeos Castro, e onde comparecem mais de uma centena de pessoas. Era o início da ‘Escolinha de Rugby’ da Tempo Livre, que mais tarde deu lugar a um projeto desportivo com maior alcance, do qual fazem parte, desde a sua origem, dois protagonistas cruciais para o percurso que os ‘Os Bravos’ viriam a traçar – José Couceiro e Nuno Damasceno. Na qualidade de Presidente da Direção, José Couceiro ofereceu os seus contributos, ao nível criativo e organizacional, durante cinco anos, acompanhado pelo mister Nuno Damasceno, que disponibilizou a sua experiência de jogador e treinador da modalidade. Orientados pelo “rugby way of life”, José e Nuno explicam no podcast Memória do Futuro como foi possível criar um clube e uma modalidade que era uma novidade para os vimaranenses, mas também relembram acontecimentos que explicam este conceito que marcou as suas vidas.
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